terça-feira, 3 de setembro de 2019

Sustentabilidade gerando solidariedade em Bady Bassitt

O gerente Elvis Acelino mostra as caixas coletoras para os recicláveis de PET e latas de alumínio na frente do Peniel


Parceria criada entre o Supermercado Peniel, a Poty, da família Franzotti, e o Lar Moises Elias Natalino criou o Projeto Ecoração, que une a preservação do meio ambiente à solidariedade.
O gerente do Peniel, Élvis Acelino,  explica que a sustentabilidade do projeto gera a solidariedade para ajudar na construção do Lar Moises Natalino, que será uma espécie de asilo misturado com creche para abrigar idosos no município de Bady Bassitt.
A garrafa PET faz parte do cotidiano das pessoas, pois é utilizada para embalar praticamente todos os produtos líquidos, de remédios a bebidas. E o plástico, incluindo o PET, é o principal poluente encontrado nos rios e oceanos. E segundo estudos dos pesquisadores de diversas universidades, o tempo de decomposição da garrafa PET é de no mínimo 100 anos.
O presidente do Lar Moisés Natalino, Messias Sabino, afirma que quem recicla também estará apoiando a sua instituição. Todo o material a ser recolhido nas duas caixas instaladas na frente do supermercado será recolhido pelos caminhões de entrega de bebidas da Poty para serem reciclados na empresa.
O material coletado será pesado e todo o dinheiro arrecadado será repassado ao Lar Moises Natalino.  
História
O PET é um tipo de resina termoplástica inventado em 1941 na Inglaterra. Na década de 70 começou a ser utilizado na fabricação de embalagens e chegou ao Brasil no início dos anos 90. Por conta dos baixos custos de produção, praticidade e leveza, rapidamente tomou o lugar das garrafas de vidro retornáveis, bastante comuns na época.
Existem no Brasil aproximadamente 500 empresas recicladoras. De acordo com a Associação Brasileira da Indústria do PET (Abipet), são reciclados, anualmente, apenas cerca de 50% do produto descartado. O número é baixo, se comparado com a reciclagem de latas de alumínio que, segundo dados da Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas (Abralatas), já é superior a 90%, índice maior que o dos Estados Unidos, do Japão e da Europa.
O descarte inadequado das garrafas PET causam enorme perigo para o meio ambiente e para a saúde das pessoas. O gerente Elvis alerta, no entanto, que as caixas coletoras aceitam latas de cerveja, refrigerantes, sucos, água tônica, chás e de energéticos. Mas não devem ser despejadas no local latas de sardinha, de molho de tomate, ervilha e de outros tipos de alimento, bem como não podem ser despejados ali latas de tinta, aerossóis e sprays.






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