quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Rota da Cachaça atrai mais mulheres do que homens

Participantes do primeiro passeio da Rota da Cachaça: mulheres predominaram


Inaugurada no último dia 1º de dezembro, na região de Rio Preto, a Rota da Cachaça, roteiro idealizado pelo consultor Sylvio Di Jacintho, mostrou que veio para ficar. Inspirada nas rotas de vinhos e queijos, do Rio Grande do Sul, a Rota da Cachaça está sendo organizada para levar à população regional e principalmente dos turistas um pouco mais de conhecimento  sobre a bebida que é produzida na região.


A rota percorre várias propriedades rurais da região, como de Guapiaçu, de Cedral, de Mirassol e de Poloni. A rota reserva ao interessado um caminho pela história da cachaça, com direito a café da manhã colonial, almoço caipira e jantar com muita moda de viola. É um dia todo voltado às histórias das fazendas, suas peculiaridades, seus produtos, com muita degustação de cachaça e comida boa. “Passamos por alambiques, produtores de queijos, salames. Essa rota é algo que a nossa região pede faz tempo”, afirma Jacintho.

O consumo de cachaça deixou de ser uma exclusividade dos homens. Nos últimos anos, aumentou consideravelmente o número de mulheres interessadas na bebida destilada de cana-de-açúcar. E prova disso foi que no primeiro passeio inaugural da Rota da Cachaça o número de mulheres participantes foi maior do que o de homens. “Por incrível que pareça, a adesão de mulheres tem sido muito maior do que a de homens. As mulheres degustam cachaça com parcimônia, com mais equilíbrio até, pois elas são degustadoras muito potenciais”, ressalta Sylvio que, além de consultor rural, também é degustador de cachaça.

A cachaça se destaca por ser considerada um produto exclusivamente brasileiro. De acordo com o Decreto 6871/2009, art.53, a cachaça é uma aguardente de cana produzida no Brasil, com graduação alcoólica de 38% a 48% em volume, a vinte graus Celsius, que é obtida por meio da destilação do mosto fermentado do caldo de cana-de-açúcar. Caso a bebida fuja dessa definição, ela não pode ser comercializada como cachaça e deve ser denominada como aguardente de cana. “A cachaça tem uma diferença grande da pinga, pois a pinga é produzida quimicamente, com conservante. A cachaça é toda produzida artesanalmente. Todos os processos são com produtos naturais, nada de produto químico”, completa Sylvio.

Para quem tem interesse em vivenciar a experiência de conhecer a história da cachaça, é só entrar em contato com o Sylvio Jacintho pelo telefone/whatsapp (17) 99772-6801 ou no e-mail: avanttiturismorural@gmail.com. Os passeios são realizados sempre aos sábados, saindo de Rio Preto, em van com monitor.

Linguiça defumada faz parte do cardápio servido aos turistas

... assim como salaminho defumado...

... e o tradicional salame, que não pode faltar na mesa do caboclo interiorano

Frango defumado é uma iguaria que só existe por essa região

A mesa farta com várias delicias para dar água na boca de qualquer turista

Turistas experimentam na bica os diversos tipos de cachaça

Tonéis de cachaça, produzidos de forma quase artesanal em engenho de Mirassol

Durante a visita os turistas podem experimentar diversos tipos de cachaça, que são uma melhor do que a outra

Também podem conhecer o Museu da Cachaça

E assistir uma verdadeira aula sobre a fabricação do produto

Além de conhecer os tonéis e barris de carvalho onde a cachaça é envelhecida para ganhar cor e sabor

Durante os passeios não faltam selfies dos turistas

Uma farta mesa de café colonial é disposta sobre um antigo fogão a lenha 

A famosa costela de chão faz parte do almoço que é servido aos turistas



Aqui tem café no bulê

E também dá tempo para tomar também uma cervejinha na Rota da Cachaça

Cada lugar é uma surpresa agradável para os turistas

Turistas fazem pose em um dos locais visitados

A selfie não pode faltar de jeito nenhum num passeio maravilhoso





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