domingo, 14 de outubro de 2018

CERRP realiza palestra para o Outubro Rosa

Auditório da CERRP ficou quase lotado para a palestra sobre câncer de mama


O Brasil inteiro une-se em prol da conscientização a respeito do câncer de mama. E o jornal Folha do Povo também adere a essa campanha trocando neste a cor do seu logotipo na capa pela cor rosa.

O Outubro Rosa chegou ao país na década de 1990 e o movimento nasceu para estimular a participação da população no controle do câncer de mama. A data é celebrada, anualmente, com o objetivo de compartilhar informações, promover a conscientização sobre a doença, proporcionar maior acesso aos serviços de diagnóstico e de tratamento e contribuir para a redução da mortalidade.

O objetivo da campanha é difundir informações sobre a importância do diagnóstico precoce e tratamento adequado do câncer de mama, a fim de proporcionar maior acesso à assistência em saúde e reduzir os índices de mortalidade pela doença.

A ação também conta com incisivo trabalho na defesa de direitos de pacientes que vêm enfrentando a doença e das quase 60 mil novas pacientes que surgem anualmente, segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA).

A campanha do Outubro Rosa ganhou um reforço dentro dos gramados do campeonato brasileiro de Futebol, o Brasileirão. A CBF (Confederação Brasileira de Futebol) produziu bolas especiais para fortalecer a mensagem de combate ao câncer de mama e ajudar na conscientização das mulheres para a realização dos exames preventivos.

Prefeituras, câmaras municipais e diversas empresas promoveram ações como palestras, caminhadas e distribuíram panfletos à população para esclarecer sobre a doença. A CERRP (Cooperativa de Energização de Desenvolvimento da Região de São José do Rio Preto) promoveu palestra com especialistas da área para alertar e ensinar formas de prevenção para seus funcionários e familiares.

Para este ano, o tema da campanha nacional estimula a formação de redes de apoio. Sob o mote #CompartilheSuaLuta, a campanha visa mostrar que pacientes e familiares podem encontrar em ONGs e mesmo junto a outras pessoas que entendem o que o paciente está vivendo a ajuda e a informação úteis para enfrentar o câncer de mama e as bases para fazer parte de uma transformação no cenário da doença no país.






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